domingo, 25 de maio de 2014

Alimentos Transgênicos

O que são


Todo organismo que, através de técnicas de engenharia genética, contém materiais genéticos de outros organismos é denominado transgênico.
Transgênese é o processo de introdução de um gene exógeno - chamado de transgene - em um organismo vivo, de modo que esse organismo passe a expressar uma nova propriedade e transmita essa propriedade à sua descendência.  
Esta manipulação é levada a cabo pela engenharia genética com a sua enorme capacidade para criar espécies novas a partir da combinação de genes de espécies existentes, por tanto, combinando também as suas características. 

Como surgiu?

Primeiro foram criados os organismos geneticamente modificados. Quando chegou na década de 1970,ocorrem mudanças bruscas nesse contexto em relação aos organismos geneticamente modificados, foram criados os alimentos transgênicos, com o desenvolvimento da 
engenharia genética e o a descoberta da tecnologia do DNA recombinante foi possível ultrapassar a barreira das espécies.Essa tecnologia permite uma modificação direta do genoma de um ser vivo, seja pela introdução de um novo gene de origem externa, ou mesmo, a inativação de um gene ora existente. Uma vez realizado esse processo, o organismo modificado passará a produzir a substância de comando do novo gene recebido, o que possibilita de certa forma, mudanças na qualidade dos alimentos. Assim melhorando a resistência contra as pragas. 
Principal responsável pela produção e pesquisa de alimentos transgênicos no Brasil, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) é uma usina de biotecnologia que desenvolve projetos em todos os Estados brasileiros. 

Qual a Finalidade?

 Têm o propósito de tornar maior a oferta, diminuir a fome, 

tornar os alimentos mais baratos, tornar a produção mais 

barata, melhorar geneticamente as plantas, obter boas 

colheitas, o melhoramento genéticos dos alimentos permite 

a resistência a pragas e doenças.


No Brasil, vêm-se testando genes para melhoramento do 

milho, principalmente para controle de insetos. O objetivo é 

reduzir as mitoxinas e fungos que atacam a plantação. 

Na tentativa de evitar a passagem de genes de organismos 

transgênicos para as bactérias existentes na natureza, 

procura-se desenvolver mecanismos que eliminem ou 

reduzam significamente a entrada destes genes 

modificados nos sistemas biológicos naturais. Além disso, 

pode ocorrer a liberação do material genético do organismo 

geneticamente modificado (OGM) para o ambiente, após a 

lise celular. Para evitar que isso ocorra tem-se estudado a 

utilização de nucleases, enzimas capazes de degradar 

diretamente o material genético. 

Outro fator a ser levado em conta é a falta de estudos em 

nutrição experimental com alimentos transgênicos a fim de 

averiguar ou descartar prováveis riscos à saúde dos 

consumidores.



Qual a Importância?

Em plantas e alimentos, trata-se de obter:

Resistência das colheitas aos herbicidas, insectos, doenças e seca;
Redução da fotorespiração em colheitas C3;
Fixação do azoto atmosférico por plantas de cultivo;
Tolerância aos solos salinos e às cheias;
Aumento do valor nutritivo das proteínas armazenadas;
Tolerância ao frio em colheitas tropicais e subtropicais;
Aumento do período de armazenamento de frutas e vegetais;;
Aumento da produtividade em plantas ornamentais e alimentares;
Lípidos para utilização nutricional e industrial;
Vacinas contra doenças do homem;
Fibras de algodão poliester;
Plásticos biodegradáveis;
Lubrificantes industriais;
Componentes de sabões e detergentes;
Drogas e outros produtos farmacêuticos.

   Pela alteração genética que os permite resistir a pragas e a pesticidas, favorece o produtor, já que pela resistência é possível obter aumentos na produção e ainda na durabilidade do alimento. Apesar dos benefícios que apresenta, os alimentos transgênicos podem trazer grandes consequências à saúde e ao meio ambiente, como reações alérgicas, alterações na seleção natural, já que as plantas “normais” são mais frágeis, aumento na utilização de pesticidas, já que a planta transgênica é resistente, interfere no tratamento de doenças, polui o solo e os lençóis de água e auxilia no processo de infertilidade do solo.


Quais são os benefícios?


A produção dos alimentos transgênicos em larga escala 

beneficia o consumo humano, pois é menos onerosa e isso 

a tornaria acessível a toda a população. 

A manipulação genética de plantas é relativamente simples 

e fácil, pois a partir de uma única célula se pode obter outra 

planta (Amabis). 

As propriedades dos genes bacterianos de resistência a 

pragas na lavoura seriam transportadas para as plantas 

transgênicas, com o mesmo efeito, e isso viria a baratear o 

custo dos alimentos. 

As variedades produzidas adquiriram a capacidade de fixar 

o nitrogênio diretamente do ar, como fazem as bactérias e 

algumas leguminosas, e para isso eles consideram que a 

produção agrícola fica limitada justamente pela 

disponibilidade de nitrogênio no solo. 

Uma planta com maior teor de nutrientes pode saciar a 

fome e trazer benefícios à saúde. 

Alguns alimentos tiveram comprovados certos benefícios, 

com alto teor de vitaminas. Por exemplo, em 1997, segundo 

a Cronologia dos Transgênicos publicada na Folha de São 

Paulo, uma instituição americana, a Sustainabele Maize and 

Wheat Systems for the Poor (Sistemas Sustentáveis de 

Milho e Trigo para Pobres), desenvolveu um milho híbrido 

mais rico em vitamina A, zinco e ferro. 

A produção de um alimento transgênico permite introduzir, 

nesse alimento, elementos que antes não existiam como o 

betacaroteno (da vitamina A), tornando-o mais rico e 

saudável.

Quais são os Malefícios?

Os transgênicos representam um aumento de riscos para a 

saúde dos consumidores e as multinacionais querem negar 

o direito dos consumidores à informação. 

Não há regulamentos técnicos para a segurança no uso 

dos produtos transgênicos, e estes tendem a provocar a 

perda da diversidade genética na agricultura. 

A erosão genética ameaça o futuro da agricultura e os 

transgênicos tornam a agricultura mais arriscada, podendo 

provocar a poluição genética e o surgimento de 

superpragas, além de matar insetos benéficos para a 

agricultura. 

Os transgênicos podem afetar a vida microbiana no solo e 
os impactos dos transgênicos na natureza 

são irreversíveis. Os transgênicos podem provocar queda 

na produção e/ou aumento de seus custos. 

Ninguém quer assumir a responsabilidade pelos riscos dos transgênicos. 
Umas poucas multinacionais podem monopolizar a produção de sementes para a agricultura, tornando 

agricultores brasileiros e o Brasil dependentes de seus 

interesses. 
As variedades transgênicas não são mais produtivas do que 

as convencionais ou muitas das tradicionais. 

Os transgênicos podem aumentar o desemprego e 

a exclusão social no Brasil e representam um risco para a 

segurança alimentar dos brasileiros. 

Não existem conhecimentos científicos sobre os impactos 

do uso de transgênicos no meio ambiente ou na 

saúde humana para a realidade brasileira.


Preços?

Entretanto, é necessário atentar para o fato de que, apesar dos aparentes benefícios (aumento da produção, maior resistência à pragas, resistência aos agrotóxicos, aumento do conteúdo nutricional, maior durabilidade e tempo de estocagem), o objetivo ainda é o lucro. Por meio de um ramo de pesquisa relativamente novo - a engenharia genética deu seus primeiros passos nos anos 70 -, fabricantes de agroquímicos criam sementes resistentes a seus próprios agrotóxicos, ou mesmo sementes que produzem plantas inseticidas. As empresas ganham com isso, mas para o consumidor o preço é alto demais.

Os defensores dos alimentos transgênicos alegam que o cultivo poderia reduzir o problema da fome, visto que aumentaria a produtividade de variadas culturas. Porém, diversos estudos revelam que a questão da fome no mundo não é ligada à escassez ou à baixa produção, mas à injusta distribuição de alimentos em função da baixa renda das populações pobres. Os transgênicos, na verdade, exacerbam o problema: sua produtividade não é superior à dos alimentos convencionais e orgânicos e, como as sementes transgênicas têm propriedades extras, são mais caros em razão dos royalties a serem pagos, o que aumenta o custo de produção e prejudicando agricultores que cultivam plantações convencionais ou orgânicas.






quarta-feira, 21 de maio de 2014

conclusao - Carolina n°10

Alguns alimentos tiveram comprovados certos beneficios com alto teor de vitaminas.Por exemplo uma instituição americana que desenvolveu um milho hibrido mais rico em vitamina A,zinco e ferro
Saude :podem ser produzidos melhor
Economia:são resistentes a pragas
Conservação:são reduzidas as intervençõesna terra,evitando seus desgastes e o uso de agrotoxicos.
Preservação:pode-se estender a vida útil do alimento.

Conclusão

Os alimentos transgenicos são alimentos modificados, que de acordo com a natureza jamais seriam reproduzidos esse tipo de alimento.
Dependendo da quantidade que é ingerido pode causar certos danos a nossa saúde, podendo levar ao cancer. Porém também tem seus beneficios: Agrotoxicos fazem os alimentos ser resistêntes a pragas e duram mais tempo.

Amanda Souza n°02

terça-feira, 20 de maio de 2014

A importância dos alimentos transgênicos


Em plantas e alimentos, trata-se de obter:

Resistência das colheitas aos herbicidas, insectos, doenças e seca;
Redução da fotorespiração em colheitas C3;
Fixação do azoto atmosférico por plantas de cultivo;
Tolerância aos solos salinos e às cheias;
Aumento do valor nutritivo das proteínas armazenadas;
Tolerância ao frio em colheitas tropicais e subtropicais;
Aumento do período de armazenamento de frutas e vegetais;;
Aumento da produtividade em plantas ornamentais e alimentares;
Lípidos para utilização nutricional e industrial;
Vacinas contra doenças do homem;
Fibras de algodão poliester;
Plásticos biodegradáveis;
Lubrificantes industriais;
Componentes de sabões e detergentes;
Drogas e outros produtos farmacêuticos.

   Pela alteração genética que os permite resistir a pragas e a pesticidas, favorece o produtor, já que pela resistência é possível obter aumentos na produção e ainda na durabilidade do alimento. Apesar dos benefícios que apresenta, os alimentos transgênicos podem trazer grandes consequências à saúde e ao meio ambiente, como reações alérgicas, alterações na seleção natural, já que as plantas “normais” são mais frágeis, aumento na utilização de pesticidas, já que a planta transgênica é resistente, interfere no tratamento de doenças, polui o solo e os lençóis de água e auxilia no processo de infertilidade do solo.

Conclusão

No Brasil, vêm-se testando genes para melhoramento do milho, principalmente para controle de insetos. O objetivo é reduzir as mitoxinas e fungos que atacam a plantação.
Principal responsável pela produção e pesquisa de alimentos transgênicos no Brasil, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) é uma usina de biotecnologia que desenvolve projetos em todos os Estados brasileiros.
De outra monta, os críticos e estudiosos, de início questionam os benefícios trazidos pela tecnologia em questão, sustentando que não estão comprovados a ausência de riscos em desfavor dos seres humanos e do próprio meio ambiente, como, por exemplo, no caso de contaminação de cultura natural ou orgânica, suprimindo a existência desta.
A fome, não obstante a evolução tecnológica e industrial do mundo, continua sendo pauta das preocupações gerais das nações.
 A relevância da discussão dos transgênicos demonstra-se atual e presente até pelas incertezas que a tecnologia traz em relação ao meio ambiente e aos humanos. 
A descoberta da possibilidade de transferir genes de organismos de uma espécie para outra representa, hoje, uma das mais intrigantes ferramentas de que o homem dispõe para desenvolver tecnologias e organismos a partir da ruptura de barreiras que existem entre organismos de diferentes espécies em condições naturais.
A transferência de genes vem sendo utilizada em vários ramos da atividade humana, sendo que a ciência básica e aplicada à agricultura, à medicina e área farmacêutica representam as que mais têm investido recursos humanos e financeiros e apresentado resultados para o desenvolvimento de novos produtos e processos, muitos deles já comercializados.
Os alimentos são ferramentas poderosas para alterar as propriedades e condições de processamento dos alimentos, sendo assim, podem facilitar muito tanto o dia-a-dia, quanto a saúde das pessoas.. além de tudo isso, esses alimentos também poderiam ser capazes de resolver grandemente os índices de fome, pelo fato de que com essa nova tecnologia pode se produzir mais, com mais segurança e qualidade, e com um alta taxa de gosto realmente agradável, sendo assim mas aceito também. De acordo com todas essas facilidades, seria mais fácil o controle de alimentos para toda população, resultado: maior distribuição e pra todas as áreas. 

Benefícios e malefícios dos transgênicos



Benefícios 

A produção dos alimentos transgênicos em larga escala beneficia o consumo humano, pois é menos onerosa e isso a tornaria acessível a toda a população. 

A manipulação genética de plantas é relativamente simples e fácil, pois a partir de uma única célula se pode obter outra planta (Amabis). 

As propriedades dos genes bacterianos de resistência a pragas na lavoura seriam transportadas para as plantas transgênicas, com o mesmo efeito, e isso viria a baratear o custo dos alimentos. 

As variedades produzidas adquiriram a capacidade de fixar o nitrogênio diretamente do ar, como fazem as bactérias e algumas leguminosas, e para isso eles consideram que a produção agrícola fica limitada justamente pela disponibilidade de nitrogênio no solo. 

Uma planta com maior teor de nutrientes pode saciar a fome e trazer benefícios à saúde. 

Alguns alimentos tiveram comprovados certos benefícios, com alto teor de vitaminas. Por exemplo, em 1997, segundo a Cronologia dos Transgênicos publicada na Folha de São Paulo, uma instituição americana, a Sustainabele Maize and Wheat Systems for the Poor (Sistemas Sustentáveis de Milho e Trigo para Pobres), desenvolveu um milho híbrido mais rico em vitamina A, zinco e ferro. 

A produção de um alimento transgênico permite introduzir, nesse alimento, elementos que antes não existiam como o betacaroteno (da vitamina A), tornando-o mais rico e saudável. 


Malefícios 

Os transgênicos representam um aumento de riscos para a saúde dos consumidores e as multinacionais querem negar o direito dos consumidores à informação. 

Não há regulamentos técnicos para a segurança no uso dos produtos transgênicos, e estes tendem a provocar a perda da diversidade genética na agricultura. 

A erosão genética ameaça o futuro da agricultura e os transgênicos tornam a agricultura mais arriscada, podendo provocar a poluição genética e o surgimento de superpragas, além de matar insetos benéficos para a agricultura. 

Os transgênicos podem afetar a vida microbiana no solo e os impactos dos transgênicos na natureza são irreversíveis. 

Os transgênicos podem provocar queda na produção e/ou aumento de seus custos. 

Ninguém quer assumir a responsabilidade pelos riscos dos transgênicos. 

Umas poucas multinacionais podem monopolizar a produção de sementes para a agricultura, tornando agricultores brasileiros e o Brasil dependentes de seus interesses. 

As variedades transgênicas não são mais produtivas do que as convencionais ou muitas das tradicionais. 

Os transgênicos podem aumentar o desemprego e a exclusão social no Brasil e representam um risco para a segurança alimentar dos brasileiros. 

Não existem conhecimentos científicos sobre os impactos do uso de transgênicos no meio ambiente ou na saúde humana para a realidade brasileira. 

Finalidade dos alimentos transgênicos

 Têm o propósito de tornar maior a oferta, diminuir a fome, tornar os alimentos mais baratos, tornar a produção mais barata, melhorar geneticamente as plantas, obter boas colheitas, o melhoramento genéticos dos alimentos permite a resistência a pragas e doenças.


No Brasil, vêm-se testando genes para melhoramento do milho, principalmente para controle de insetos. O objetivo é reduzir as mitoxinas e fungos que atacam a plantação. 

Na tentativa de evitar a passagem de genes de organismos transgênicos para as bactérias existentes na natureza, procura-se desenvolver mecanismos que eliminem ou reduzam significamente a entrada destes genes modificados nos sistemas biológicos naturais. Além disso, pode ocorrer a liberação do material genético do organismo geneticamente modificado (OGM) para o ambiente, após a lise celular. Para evitar que isso ocorra tem-se estudado a utilização de nucleases, enzimas capazes de degradar diretamente o material genético. 

Outro fator a ser levado em conta é a falta de estudos em nutrição experimental com alimentos transgênicos a fim de averiguar ou descartar prováveis riscos à saúde dos consumidores

Surgimento dos alimentos Transgênicos

Eles surgiram na década de 1970, quando foi criada a técnica do DNA recombinante e a engenharia genética produziu um filhote comercial: insulina humana feita por bactérias modificadas, com menor taxa de rejeição entre os diabéticos. Principal responsável pela produção e pesquisa de alimentos transgênicos no Brasil, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) é uma usina de biotecnologia que desenvolve projetos em todos os Estados brasileiros. A Embrapa é detentora de 85 patentes no Brasil e 2 no exterior.Ela é um dos principais desenvolvedores de alimentos transgênicos.
Tanto é que eles foram os primeiros criadores.

OS BENEFÍCIOS E RISCOS DOS TRANSGÊNICOS

Muito se debate a respeito dos prós e contras de alterações genéticas e animais ou vegetais, havendo vários discursos ao mesmo tempo: As grandes empresas e laboratórios pautam-se, por óbvio, na premissa de que as mudanças só nos apresentam benefícios, seja para o homem ou para meio ambiente.
A exemplo desta tese, sustenta-se o melhoramento genético e nutritivo de alimentos, permitindo um melhor aproveitamento pelo corpo humano; o encurtamento das fases produtivas, permitindo retorno financeiro maior e em menor espaço de tempo para os produtores; maior durabilidade dos alimentos apos serem colhidos, assegurando menos perdas e assegurando maior utilização de seus nutrientes, mesmo após dias ou semanas; proteção de sementes contra pragas e alterações climáticas radicais, assim como a prescindibilidade de defensivos agrícolas.
De outra monta, os críticos e estudiosos, de início questionam os benefícios trazidos pela tecnologia em questão, sustentando que não estão comprovados a ausência de riscos em desfavor dos seres humanos e do próprio meio ambiente, como, por exemplo, no caso de contaminação de cultura natural ou orgânica, suprimindo a existência desta.
Além disso, defendem os especialistas que a concentração de tecnologia em pouquíssimas empresas (laboratório), além de inviabilizar a redução de custos da produção como se almejava, impede também o acesso por pequenos produtores rurais, sem prejuízo da possibilidade de existência de monopólio ou cartel, que sempre atentam contra a boa economia.


A REALIDADE DO CUSTO DOS ALIMENTOS POS TRANSGENIA

A fome, não obstante a evolução tecnológica e industrial do mundo, continua sendo pauta das preocupações gerais das nações.
Como já registrado, um dos pilares justificadores da transgenia nos alimentos sempre foi, dentre outros, a questão da erradicação da fome no mundo. Entretanto, ao que se sabe o problema envolvendo a fome mundial não é em si um problema da produção, mas, principalmente, de distribuição de alimentos.
Nesse contexto, sabe-se que, assim como o rateio de renda, existe concentração (fartura) de alimentos em favor de determinados países (ou até mesmo em certas localidades dentro de um mesmo Estado internacional) em detrimento de escassez em desfavor de uma outra parte.
Fatores que possam justificar esse cenário ainda atual são inúmeros: desde questões políticas (ou de politicagem) que dolosamente enxergam no sofrimento alheio mecanismos de perpetuação no poder ou que seja capaz de projetar dividendos financeiros, assim como a própria política global (principalmente econômica) que acaba por sacrificar determinados países subdesenvolvidos, e, ainda, de forma geral, e não menos importante, o próprio desperdício de alimentos.


INTRODUÇÃO

A temática dos organismos geneticamente modificados (OGMs), popularmente conhecidos como transgênicos é um conhecimento científico recente, remonta à década de 70  A associação desta tecnologia nos alimentos, no Brasil, é ainda mais novel, constante apenas de final dos anos 90 (GERRANTE, 2003). Independente disso, não se pode olvidar que o uso da tecnologia nos alimentos, dentre alguns outros argumentos, apresentava-se, como possível solução para a ampliação de disponibilidade de alimentos no mundo, visando o combate e erradicação de fome no mundo.
Nesse contexto, hoje, é difícil a separação ou exclusão da dieta básica das famílias brasileiras de alimentos que possuam, em sua produção, algum grau ou nível de transgenia, estando, desta forma, os alimentos transgênicos na pauta e principalmente na mesa[1] dos brasileiros.
Ademais, a relevância da discussão dos transgênicos demonstra-se atual e presente até pelas incertezas que a tecnologia traz em relação ao meio ambiente e aos humanos. Entretanto, cercado pelo confronto entre as vantagens e desvantagens das alterações genéticas nos alimentos, é inegável, do lado positivo, que a produção (e as sementes) não é (são)  mais as mesmas: a produção é melhor, mais econômica, de melhor qualidade, podendo (quem sabe?) beneficiar, em última análise, o consumidor com o barateamento dos preços!


Alimentos transgênicos e o seu custo

O surgimento de alimentos transgênicos ou geneticamente modificados endossou, em seus argumentos justificadores, que tal tecnologia poderia servir, dentre outros, como mecanismo de combate à fome no mundo (não obstante, já se saiba que o problema da fome mundial não se limita à relação quantidade de alimentos x quantidade de pessoas), a partir dos benefícios proporcionados pelo avanço da produção, consubstanciado, em tese, no encurtamento do tempo de colheita, resultando em produtos de melhor qualidade, maior resistência à intempéries e pragas, assim como capaz de suportar uma maior durabilidade (pós-colheita) e estando acessível, portanto, a uma maior quantidade de pessoas.  Assim, o objetivo deste escrito é analisar se a tecnologia que está à disposição do produtor proporciona-lhe melhores frutos, verificando também os aspectos negativos e positivos incidentes nesta fase, e, principalmente, verificar se, no final da cadeia consumista, houve melhora no custo dos alimentos em favor do consumidor final pós transgenia.

Benefícios dos alimentos trangênicos

Benefícios

A produção dos alimentos transgênicos em larga escala beneficia o consumo humano, pois é menos onerosa e isso a tornaria acessível a toda a população.

A manipulação genética de plantas é relativamente simples e fácil, pois a partir de uma única célula se pode obter outra planta (Amabis).

As propriedades dos genes bacterianos de resistência a pragas na lavoura seriam transportadas para as plantas transgênicas, com o mesmo efeito, e isso viria a baratear o custo dos alimentos.

As variedades produzidas adquiriram a capacidade de fixar o nitrogênio diretamente do ar, como fazem as bactérias e algumas leguminosas, e para isso eles consideram que a produção agrícola fica limitada justamente pela disponibilidade de nitrogênio no solo.

Uma planta com maior teor de nutrientes pode saciar a fome e trazer benefícios à saúde.

Alguns alimentos tiveram comprovados certos benefícios, com alto teor de vitaminas. Por exemplo, em 1997, segundo a Cronologia dos Transgênicos publicada na Folha de São Paulo, uma instituição americana, a Sustainabele Maize and Wheat Systems for the Poor (Sistemas Sustentáveis de Milho e Trigo para Pobres), desenvolveu um milho híbrido mais rico em vitamina A, zinco e ferro.


A produção de um alimento transgênico permite introduzir, nesse alimento, elementos que antes não existiam como o betacaroteno (da vitamina A), tornando-o mais rico e saudável. 

• Saúde: podem ser produzidos alimentos com melhores características nutricionais do que as das espécies naturais.

• Economia: são conseguidas variedades decultivos mais resistentes às adversidades (pragas, seca, geadas, etc.), garantindo a produção.

• Conservação: ao obter cultivos mais resistentes, são reduzidas as intervenções na terra, evitando seudesgaste e o uso de agrotóxicos.

• Preservação: por meio destas modificações genéticas, pode-se estender a vida útil do alimento.



sexta-feira, 9 de maio de 2014

O que são alimentos Trangênicos

Alimentos transgênicos, são alimentos geneticamente modificados que levam produtos sintéticos que podem ser ate tóxicos. Os Agro tóxicos nos alimentos podem causar sérios problemas a nossa saúde, como por exemplo: Aumento de alergias alimentares, aumento de resistência aos antibióticos, que podem levar ao câncer. 
Desde que o Brasil autorizou a produção e a comercialização desses alimentos, ja tem 11 variedades de milhos geneticamente modificados. 4 de soja, 6 de algodão.. 
A ideia por traz dos transgênicos parece simples. Eles selecionam um Gene de um determinado organismo, e inserem em outro organismo.
O milho ele é atacado por larvas. A ideia foi, isolar uma bactéria de solo que produz uma proteína capaz de destroir o sistema digestivo das lagartas. O gene é inserido no milho, e toda vez que as largadas comem a folha do milho elas morrem.   
No caso da soja as empresas que que comercializam os transgênicos modificam o grão, para que ele se torne resistente a um determinado tipo de Herbicida. E uma vez que o herbicida é lançado na plantação todas as ervas daninhas morrem, menos a soja.