Têm o propósito de
tornar maior a oferta, diminuir a fome, tornar os alimentos mais baratos,
tornar a produção mais barata, melhorar geneticamente as plantas, obter boas
colheitas, o melhoramento genéticos dos alimentos permite a resistência a
pragas e doenças.
No Brasil, vêm-se testando genes para melhoramento do milho, principalmente para controle de insetos. O objetivo é reduzir as mitoxinas e fungos que atacam a plantação.
Na tentativa de evitar a passagem de genes de organismos transgênicos para as bactérias existentes na natureza, procura-se desenvolver mecanismos que eliminem ou reduzam significamente a entrada destes genes modificados nos sistemas biológicos naturais. Além disso, pode ocorrer a liberação do material genético do organismo geneticamente modificado (OGM) para o ambiente, após a lise celular. Para evitar que isso ocorra tem-se estudado a utilização de nucleases, enzimas capazes de degradar diretamente o material genético.
Outro fator a ser levado em conta é a falta de estudos em nutrição experimental com alimentos transgênicos a fim de averiguar ou descartar prováveis riscos à saúde dos consumidores
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